Viagem de Sabores

Vamos iniciar uma viagem cultural pela gastronomia de 14 países e pelo Brasil, trazendo conhecimentos, curiosidades e muitas receitas com sorvetes, realizadas com iguarias típicas de cada país homenageado.
Este é um projeto da empresa Duas Rodas (www.duasrodas.com.br) em parceria com Sorvetes Colorê (www.sorvetescolore.com.br).

sábado, 16 de junho de 2012

Gastronomia Francesa

Olá, pessoal!
Na culinária, falar sobre a França é um capítulo à parte. É o berço dos mais famosos chefes e referência  mundial da alta gastronomia. Destaque para os carros-chefes da culinária francesa: Foie Gras, Quiches, Crepes e Camembert, que se popularizaram mundo a fora e são um sucesso. O interessante na culinária francesa é que os sabores estão classificados por regiões, em cada localidade existe uma especialidade famosa. Citemos algumas:
·         Alsacia – Lorenaà Tradição de festas e banquetes, os exemplos mais conhecidos são “Choucroete” (couve, batatas e bacon) e a quiche Lorraine (torta de queijo, bacon e fiambre).
·         Aquitania à Localidade que se orgulha de suas tradições e faz a festa da mesa. Criadora da famosa “Garbure” (sopa espessa de couve) e do Caviar de Gironde (Ovos de Esturjão).
·         Auvergne à Destaque para a culinária tradicional, renovada com toques do Chef. Responsáveis por “La Potée” (Porco, batata, cenoura, couve e cebola), Galo ao vinho, “Tripoux” (novilha, bacon, cebola e vinho), “Millards” (Pastel de cerejas), “Pompes” (pastéis de maçã), “Fouasse” (bolo de leite) e muitas outras receitas com cara de caseirinhas.
·         Bretanha à Berço dos frutos do mar. Especialista em Cotriade (sopa de mariscos) e crepes doces e salgados.
·         Borgonha à Famosa pelos vinhos, mostarda Dijon e o famoso Scargot.
·         Val de Loire à Tem como produtos típicos lentilhas verdes, queijo de cabra, “La mique” (Sopa de verduras com porco) e a “Tarte Tartin” (torta que leva o nome de suas criadoras: Caroline e Stephane. Conta a lenda que elas estavam assando a torta de maçã e a mesma virou. Elas colocaram de volta na forma, mas ao invés).
·         Champanha-Ardenas à Berço do Champanhe e das trufas.
·         Córsega à Especialista em embutidos e frutos do mar. Destaque para o “Brocain” (doce de leite de cabra ou ovelha) e licores de feitos com frutos e flores, chamados “Mirto”.
·         Languedoc-Roussillon à Localidade especialista em ervas, ostras, pratos com carne de sapo, escargots e crème brulée.
·         Midi-Pyrénées à Destaque para as carnes de cordeiro, ganso, toucinho, acompanhados de bom vinho, temperos e queijos com purê de batatas.
·         Nord Pas-de-Calais-Picardia à Tem como principais representantes da sua gastronomia, carne de coelho, sopas de novilhas e vegetais, além de pratos típicos com coelho e pato.
·         Normandia à Especialista em cidras, licores e queijos. As melhores cidras vêm dessa região da França e garantem uma boa digestão quando acompanham a refeição.
·         Pays de La Loire à Tem como especialidade patês caseiros, vinhos e as brioches tradicionais.
·         Poitou-Charentes à Oferece diversas opções de pratos com frutos do mar, cordeiro, sempre acompanhados de queijo e sopa de caracóis.
·         Provença-Alpes Costa Sul à Nesta região, é possível conferir “Boillabasse” (sopa de pescado), “Taïole” (maionese com azeite e alho), “Tapanade” (purê de azeitonas negras misturado com alcaparras, anchova e atum), “La Pissaladière” (torta de cebola com molho de anchovas e azeitonas negras), “Salada Niçoise” (tomates, alcachofras, pimentões, ovos duros, azeitonas negras e azeite) e os doces “Calissons”.
·         Rhône-Alpes à É o cenário perfeito para apreciação da gastronomia francesa. Com chalés, montanhas e muitas árvores, esta região oferece Fondues, “Gratin Dauphinois” (mistura de batatas, ovos e leite), Salsichão de Lyon, salsicha quente com amêndoas e pistache, polvo com nata e as mais saborosas sobremesas: Nougat de Montelimar (açúcar, mel, ovos, baunilha e amêndoas) e o Marrom Glacê.
Os franceses têm um grande amor pela vida, gostam de aproveitar a noite e isso se reflete na sua gastronomia. Os pratos são degustados vagarosamente, se tornando um evento de enorme prazer, estimulando os chefes a criarem cada vez mais pratos elaborados para um paladar refinado. Nas cidades francesas, você encontra muitos cafés e restaurantes. Eles são o point inicial das badaladas e agitadas noites da França.
Essa tradição gastronômica da França começou no século XVIII, quando foi inaugurado o primeiro restaurante do mundo. Enquanto todos viam a refeição como uma saciedade biológica, os donos do restaurante criaram pratos terapêuticos com o intuito de reestruturar pessoas doentes.
Com o tempo, essa idéia ganhou força e novos restaurantes surgiram, servindo o caldo revigorante. Os indivíduos que tinham alguma moléstia, deixaram o constrangimento de lado e começaram a freqüentar esses restaurantes. Eles ganharam o nome de restaurantes room e cumpriam sua função de devolver-lhes a saúde.
Mas, os aristocratas da época não gostaram da idéia de apenas os doentes poderem aproveitar de um lugar específico para alimentação e, começaram a freqüentar os restaurantes. Assim, com a queda da Bastilha e a Revolução Francesa, essas casas foram fechadas por terem perdido totalmente a sua concepção inicial. A Revolução Francesa teve grande influência na política, na cultura e principalmente nos costumes do país.
Apesar das casas especializadas terem sido abortadas, o costume permaneceu. Na corte real francesa, os banquetes eram grandiosos, regados a molhos aveludados e condimentos. Assim, o mundo se rende à culinária. O uso da manteiga, de molhos e temperos passam a fazer parte da cozinha tradicional.
Em Paris, os restaurantes ganharam nova roupagem e começaram a ser um local seguro para a transição da monarquia para a democracia. O aparecimento de um gênero literário até então desconhecido, a literatura gastronômica, conferiu status a pratos como ostras e champanhe e atraiu a atenção dos turistas. Americanos e ingleses iam à capital francesa para descobrir os segredos de sua sofisticação em restaurantes.
A culinária francesa teve o seu apogeu no meio do século XIX. Hoje, existem os fast-foods na França, sendo inevitável essa praticidade em um momento de tanta “correria” diária. Mas, os apreciadores da verdadeira culinária francesa não aderiram a essa alimentação rápida. Para eles, o importante é a escolha dos alimentos e todo o processo utilizado no preparo dos pratos, que os deixam mais saborosos e diferenciados dos demais. Cozinhar é uma arte francesa.
No próximo post, vamos falar sobre algumas curiosidades da França... São bem legais... Aguardem!
À toute à l'heure!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

França dos apaixonados

Olá, pessoal!
Vamos começar nossa viagem pela França, aproveitando o ensejo do Dia dos Namorados no Brasil, para falar e curtir os sabores do país mais romântico do globo! E falando nisso, vocês sabem de onde vem essa fama de país dos apaixonados? Ah! Então vamos saber isso e muito mais sobre esse lugar fascinante que é a França!
A França é considerada nação dos artistas em geral. Vêm de lá os maiores nomes das artes, tanto pintores, escultores, atores, músicos e escritores. À nível cultural é um dos países mais importantes do mundo, onde as manifestações culturais se destacaram ao longo da história com uma vasta lista de tradições. Os franceses são os maiores vencedores de Prêmio Nobel de Literatura e na época do romantismo, a música gravitava em torno da França (vem daí a fama de país dos apaixonados – música é sempre música, mais marcante impossível).
Para deixá-la ainda mais irresistível, sua arquitetura contribui bastante com cenários apropriados para cultura, artes, encontros amorosos e apreciação da alta gastronomia. Os celtas deixaram seus monólitos, durante o Império Romano, foram erguidos templos deslumbrantes e pontes históricas, isso sem contar com as catedrais góticas como Notre Dame, Amiens e Chatres. Existem castelos e palácios espalhados por todo o país em muitos estilos diferentes. Destaque para o Louvre (estilo barroco), a Torre Eiffel (estilo moderno), o Arco do Triunfo e o Teatro da Ópera que retratam bem a arquitetura francesa.
Alguns nomes se destacaram na França e ajudaram a construir a cultura local. São eles: Voltaire, Descartes, Sastre, Zola, Montesquieu, Russeau e outros artistas estrangeiros que fizeram história na França, como: Luíz Buñuel, Pablo Ruiz Picasso, Mario Vargas Llosa, Gabriel García Márquez, James Joyce, Oscar Wilde, Chopin, Leonardo da Vinci e Van Gogh. No século XX os irmãos Luminiére se destacaram nas artes audiovisuais, sendo os primeiros cineastas da história mundial.
No nosso próximo encontro, vamos falar sobre a gastronomia francesa, que nos trouxe muitos sabores especiais que conquistaram o nosso paladar.
Até lá.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Toucinho do céu - muita história por trás de um doce!

Olá, pessoal!
Vou contar hoje a história de uma cidade famosa por seus doces, principalmente o toucinho do céu. Tenho certeza de que vão se apaixonar por esse lugar tão especial e rico em cultura.
A cidade portuguesa de Guimarães ficou muito famosa por seu Convento Santa Clara, de onde surgiram muitas iguarias tradicionais do país. Ele foi fundado no século XVI e fechado no ano de 1834 quando um decreto republicano proibiu as ordens religiosas. Nesses dois séculos de história, as freiras criaram muitos sabores, em sua maioria, à base de ovos e açúcar, sendo o mais famoso, o toucinho do céu (Bacon for Heaven).
Esse doce fez com que a cidade de Guimarães fosse esquecida por ser o berço da nação, onde os portugueses se libertaram da Espanha, para ser lembrada como o berço do Bacon for Heaven, mostrando como a gastronomia influencia na cultura de um povo.
Tudo começou quando as freiras recebiam 6$400 réus por mês para suas despesas. Elas achavam pouco e por isso, resolveram fazer doces para vender fora, aumentando a renda. Os doces predicados dessas irmãs ganharam fama e logo estavam durante o período de festas, trabalhando mais com os doces que com as missões religiosas. Sendo assim, em 1758, o Arcebispo de Braga proibiu-as de praticarem as artes pasteleiras da véspera do Advento até o dia 7 de janeiro, a fim de se dedicarem a Deus. Em 1760, essa proibição foi maior, iniciando-se em 15 de outubro, dia de Santa Teresa.
Mesmo com tantas restrições aos doces, eles ainda davam o que falar. Então em 1769, o mesmo Arcebispo D. Gaspar, proibiu as freiras de venderem os doces para qualquer membro eclesiástico e só era permitida a feitura destes em caso de moléstia na família, em quantidades pequenas, suficientes para os dias de enfermidade, impedindo que as sobras fossem comercializadas. Essa medida valia do dia 15 de outubro (Santa Teresa) até o dia 6 de janeiro (Dia de Reis).
Diante de muitos protestos, as freiras resolveram negociar com o Arcebispo e ganharam a permissão para fazer doces de forno até o dia de todos os santos (1º de novembro). Paravam a fabricação até o dia de Reis. Esse fato ocorreu em 1771. Em dezembro desse mesmo ano, as freiras voltaram a negociar com o clero a permissão para confecção de chouriças, alegando que a alimentação era fraca e precisavam se nutrir bem para dar conta das funções religiosas decorrentes do Natal. A permissão foi concedida, mas tinha um truque: existiam chouriças com açúcar!
Em 1776 acabou esse problema, porque a abadessa reclamou os direitos do Convento de Santa Clara de comercializar doces, quando todos os outros conventos de Guimarães o faziam, menos o delas. O arcebispo não teve saída e liberou a venda dos doces clarentianos.
A fama do toucinho do céu de Santa Clara vem de um episódio ocorrido em 1564. Nesse período, 2/3 dos rendimentos e frutos da Igreja de Santa Cristina de Arões foram destinados ao Convento de Santa Clara. Por isso, todo dia 24 de julho (Dia de Santa Cristina), as freiras mandavam ao Abade de Arões uma caixa de Toucinho do Céu, com nove unidades, para adoçar sua boca e ele não atrasar a remessa de rendimentos... Em 1757, o Abade achou que a quantidade de doces era injusta e então, queixou-se ao Juiz do foro de Guimarães, que não lhe deu razão. Este então foi ao foro do Porto queixar-se da quantidade “pequena” de toucinhos do céu que recebera das freiras. O juiz do Porto compartilhou da mesma sentença de Guimarães e a partir de 1760 deixou de receber o agrado das freiras de Santa Clara. Que história, não?!
As últimas freiras do extinto Convento de Santa Clara foram Ana Angelina e Antônia Amara, que estiveram presentes na Exposição Industrial de doces, organizada por Alberto Sampaio, em 1884. Lá estava o tão aclamado Toucinho do Céu!
O toucinho do céu tradicional é composto por um bolo rico em ovos e amêndoas. É um pão-de-ló com amêndoas. Porém, com o passar do tempo, ele foi elaborado de outras formas, ganhando chila, leite de coco fresco, coco ralado e feito com massa mil folhas ao forno.
Mas, preste muita atenção: não chame um doce que não seja o tradicional Bacon for Heaven por esse nome em Guimarães! É um verdadeiro insulto!
Para comer assistindo: Os imortais, 2003, direção: Antônio Pedro Vasconcelos. Ouvindo: O pastor, do grupo português Madredeus, que trás uma nova leitura para o tradicional Fado.
Fico por aqui e logo trago mais novidades da nossa Viagem de Sabores para você!
Até a próxima!

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Portugal, Porto de Cultura e Tradição

Olá, pessoal!
Vamos começar nossa viagem por Portugal, falando um pouco sobre suas origens, cultura, costumes, gastronomia e finalmente, nossa homenagem a esse país tão rico e acolhedor.
Portugal é um país de origem ibérica. Foi povoado por fenícios, celtas, iberos, gregos e cartagineses. De toda essa mistura, vem os lusitanos, em sua maioria, de pela morena clara, estatura mediana, olhos e cabelos castanhos.
Através de tantos povos, o país desenvolveu uma forte tradição católica, presente na sua cultura, gastronomia e festas. Em Portugal, existem muitos conventos antigos, que trazem uma carga histórica bem forte e presente até hoje na vida de seu povo. Tanto que grande parte dos doces portugueses foi criada por freiras e são feitos à base de ovos, farinha e açúcar.
Portugal é conhecido também por suas festas populares, em devoção aos santos, mas bem parecidas com cultos pagãos. Esse costume foi muito difundido no Brasil e hoje ainda seguimos essas tradições, como as Festas Juninas, onde se pula fogueira, come-se sardinhas na brasa e se curte música popular. Existem ainda as quermesses, as exibições de dança e música que acontecem sempre no país. Portanto, se você visitar Portugal, com certeza encontrará uma manifestação festiva nas ruas e poderá participar.
Outras tradições portuguesas são o fado - estilo musical bastante conhecido pelo mundo, a literatura, marcada por Saramago, Camões e Fernando Pessoa, os vinhos, principalmente o famoso Vinho do Porto (não é apenas na cidade do Porto que existem bons vinhos em Portugal. Várias outras cidades portuguesas produzem um excelente vinho, mas não são famosas como o Porto) e a culinária, que é claro, um capítulo à parte.
No vestuário dos portugueses, predominam as cores vermelha, preta e branca. As mulheres usam roupas chamativas, colares longos e gostam de uma produção exagerada. O luto ainda é muito comum, principalmente em cidades do interior e o barrete (veste litúrgica) é utilizado em muitas ocasiões, predominando as cores vermelha e verde.
A culinária portuguesa é variada com evidência para especialidades típicas de cada região do país, formadas a partir de tradições e ingredientes locais. É o mar que imprime a característica mais marcante à culinária portuguesa. As especiarias, vindas do oriente, dão um sabor especial à gastronomia e são bem características no preparo dos doces. Outra marca de Portugal, são as entradas, desde as mais simples, até as mais sofisticadas e as sopas antes da refeição principal.
O peixe é o “carro chefe” de Portugal, principalmente o bacalhau, que apesar de ter o seu auge no Natal, é servido o ano inteiro e faz o mesmo sucesso de sempre. Na parte das carnes, o destaque fica por conta do leitão assado. As feijoadas e o “cozido” também são muito apreciados em Portugal.
Outra especialidade portuguesa, são os queijos. Feitos com leite de vaca, cabra, búfala ou a mistura desses leites, que geram um queijo espetacular e de sabor inigualável.
Não podemos deixar de falar um pouco sobre os doces portugueses. A maioria deles são feitos a base de farinha, ovos e açúcar. Alguns são bem curiosos...
·         Barriga de freira: Foi criado por freiras, no século XVII e é feito de hóstias da Igreja recheadas com creme de ovos.
·         Cavacas: É um biscoito português, também vindo dos conventos.
·         Maravilha de Portugal: É feito da massa de pão-de-ló, com baba de moça, muito tradicional e criado por freiras no século XVII.
·         Ovos moles de Aveiro: Também invenção das freiras de Aveiro, devido ao fato de usarem claras de ovos para engomar os hábitos. Para não desperdiçar as gemas, utilizaram-nas nesse doce.
·         Pão-de-ló: É um conhecido bolo, feito a base de ovos, farinha e açúcar. Em Portugal, existem variações acerca dele, dependendo da região.
·         Pastel de Belém: Também conhecido como pastel de nata, é o doce mais popular e mais conhecido de Portugal.
·         Pastel de Coimbra: Mesma base de ovos, farinha e açúcar, porém, com amêndoas.
·         Pastel de Santa Clara: É um folheado suave com creme de ovos. Vem de um convento chamado Santa Clara.
·         Quindim: Doce feito a base de gemas de ovos, açúcar e coco ralado. Curiosamente, essa versão com coco ralado é do nordeste brasileiro!
·         Rabanada: É uma fatia de pão de trigo ou baguete, embebida no leite, vinho ou calda de açúcar, passada em ovos e frita.
·         Torta de amêndoas: Mesma base dos doces portugueses, com amêndoas no creme de ovos. É tradição nos casamentos e promete prosperidade.
·         Toucinho do céu: Doce a base de ovos e leite de coco.
O povo português é muito acolhedor, simpático, poeta popular, bom contador de histórias, tira partido até da adversidade para fazer humor e aligeirar as agruras da vida. Bem se vê de onde herdamos nosso senso de humor!
É por essas e outras que devido ao fato da maioria dos doces portugueses terem sua origem nos conventos, o povo “dá graças aos céus” por tantas maravilhas gastronômicas, que homenageamos esse país com o sorvete de “Toucinho do Céu”.
No próximo post, conto a história dele para vocês.
Até lá!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Arroz Doce

Olá apreciadores de sorvetes exóticos!
Hoje vamos falar um pouco sobre o arroz doce, uma iguaria proveniente das Arábias. Ai vocês me perguntam: e porque o arroz doce está presente na homenagem à Espanha? Respondo: Porque ele chegou à Europa através da Espanha e de Portugal, se popularizou por lá e chegou ao Brasil como conhecemos hoje depois de ser considerado um doce fino próprio para dias de festas nestes dois países.
Então, vamos contar um pouco da sua história. Na verdade, não existem muitos registros sobre o surgimento do arroz doce. No Oriente ele começou a ser feito quando a cana da Índia chegou por lá. Os Orientais, grandes produtores de arroz, juntaram as especiarias à sua especialidade, criando o doce.
Como já falamos antes, a Espanha teve uma forte influência dos árabes, mouros e judeus. Portanto, muito de sua culinária se remete a essa influência, sendo o arroz doce uma delas. Os espanhóis queriam encontrar uma forma de aproveitar as sobras de arroz. Assim, criaram o “arroz com leche”, sendo as sobras, misturadas com leite, açúcar, canela e noz moscada.
O invento ficou tão bom, que se popularizou rápido, mas foi guardado para as ocasiões festivas. Esse costume também é preservado em Portugal. Dessa forma, o arroz doce veio para o Brasil e caiu no gosto de todos.
O arroz doce se popularizou tanto pelo mundo, que em Nova York existe uma doceria exótica especializada em arroz doce, a Rice to Riches. Lá você pode encontrar o doce com muitas misturas diferentes, como chocolate, frutas, coco ralado, gengibre, amendoim torrado, vinho, cachaça, queijo e muitas outras opções para incrementar seu arroz doce.
Os especialistas dizem que não se deve preparar o doce com leite condensado. Vários chefs afirmam que o sabor original vem do leite e do açúcar mesmo com as raspinhas de limão.
Experimente um sorvete de arroz doce na Colorê! Impossível resistir!
No próximo post, vamos começar nossa viagem por Portugal... Quase um pedacinho do céu! Aguarde!
Até a próxima!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Alfajor

Depois de experimentar o Churros, preparar em casa, que tal aprendermos sobre mais uma delícia originária da Espanha?
 O Alfajor, tem sua origem na Arábia. Foi criado na Andaluzia e seu nome vem de “AL-hasu”, que significa recheado. Foi também chamado de “alajur” e era feito com amêndoas, mel e avelãs. Na Espanha, ganhou o nome de alfajor e se popularizou com a receita tradicional: farinha, açúcar, ovos, essência de limão e amêndoas, recheada com doce de leite e coberta com chocolate ou açúcar. No século XVIII, em Córdoba, era feita uma receita com duas bolachas de formato quadrado, unidas entre si por doce de leite e cobertas com açúcar. Era o tableta. Podemos dizer que este foi o pai do alfajor!
Como preparar a Taça Alfajor, servida na Colorê:
Em um prato de três divisões ou comprido, coloque um alfajor de sua preferência, uma bola de sorvete sabor alfajor (especialidade Colorê) e uma porção de doce de leite pastoso. Uma tentação! Sirva para seus amigos!
No próximo post, vamos falar sobre o arroz doce...
Até lá!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Churros

Vamos começar a falar sobre os lançamentos Colorê em homenagem à Espanha. Começando pelos churros, que foi criado por pastores espanhóis, há muitos séculos atrás. Nas montanhas, era difícil encontrar massas frescas então, um nômade folk engenhoso levou um bolo-como, cilíndrico que podia ser cozido nas panelas em fogo aberto.
Eles eram pequenos, consumidos puros ou polvilhados em açúcar e canela. Não demorou para que os churros se tornassem conhecidos fora da Espanha. Na América, ele ganhou uma nova forma oca e recheios incríveis, como chocolate, frutas e doce de leite.
Ainda hoje, é uma tradição no café da manhã ou lanche espanhol. Sua tradição continua sendo passada a cada geração, fazendo do churros um dos pratos mais conhecidos da culinária espanhola.
Receita de churros para fazer em casa:
100 ml de água;
60g de farinha de trigo;
1 colher de amido de milho;
1 pitada de sal;
1 pitada de açúcar;
50g de manteiga;
óleo para fritar;
açúcar e canela para polvilhar.

Modo de preparo:
Aqueça a água, a manteiga, o sal e o açúcar. Assim que ferver, coloque a farinha e o amido no fogo. Mexa bem e junte os ovos. Deixe cozinhar até soltar o fundo da panela. Faça os cilindros e frite em óleo quente. Polvilhe açúcar e canela.
Sirva quente, com sorvete de Doce de Leite Gold (exclusividade Colorê).

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Tapas Espanholas

Olá, leitores!
Hoje é dia de contar a história das Tapas Espanholas ou banderillas. Elas são conhecidas como qualquer tipo de petisco que possa acompanhar uma bebida. Sua história é um pouco controversa, mas são aceitas 3 versões da origem dessa iguaria. A primeira, vem do verbo tapar, remetendo-se a um costume da Idade Média, de servir as taças com uma fatia de presunto, queijo ou morcela (embutido sem carne, recheado principalmente com sangue coagulado e arroz, de cor escura característica) por cima, evitando que moscas caíssem dentro do divino vinho espanhol.
A segunda, diz que era costume dos espanhóis servir junto à bebida dos trabalhadores, que passavam de bar em bar antes de ir para casa, um tira-gosto, evitando que eles “caíssem de maduros” devido à quantidade de bebida ingerida. Essa era uma cortesia e hoje alguns bares de Madri preservam essa tradição.
A terceira versão diz que por ter sido a Espanha colonizada durante muitos anos pelos árabes, os “mezzes”, antepastos árabes consumidos aos bocados, tenha dado origem as tapas atuais. Originalmente, as tapas eram apenas azeitonas simples ou recheadas, fatias de morcela, queijo, legumes marinados e tortillas (omeletes espanholas com batatas e cebolas). Eram servidas com palitos, dando um ou dois bocados.
Hoje, existem variações dessa iguaria com peixes, pimentões, frutos do mar, molho de tomate, ovos, cogumelos, entre outros sabores. São servidas atualmente em pratinhos ou tigelas e como ganhou notoriedade, vem sendo cada vez mais otimizada, visando conquistar clientes.
Em Barcelona, Sevilla ou San Sebastian, existem bares especializados em Tapas famosíssimos que recebem grande número de turistas dispostos a experimentar o prato mais típico da Espanha. As tapas hoje podem substituir uma refeição, ser servidas como um lanche ou de entrada no almoço ou no jantar.  Por mais que sejam reproduzidas em todos os países, a alma de “tapear” está mesmo na Espanha!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

A culinária espanhola

Olá!
Conforme prometido, hoje vou falar sobre a culinária espanhola. É riquíssima em variedades, picante e saborosa. Tem sua origem na culinária mediterrânea árabe, mas é bem característica da Espanha mesmo.
Existem alguns elementos que são comuns em todas as regiões da Espanha. São eles: a utilização do azeite como gordura culinária, o sofrito (refogado de tomate, cebola e alho fritos em azeite com ervas) como início do preparo dos pratos, alho e cebola como condimentos essenciais, acompanhar as refeições com pão e vinho, grande consumo de saladas, sobremesas com uma fruta acompanhada de queijo. Os bolos são reservados para datas especiais.
As iguarias mais populares da Espanha são as tapas (qualquer coisa para comer que acompanhe a bebida – teremos um post sobre a origem das Tapas Espanholas), Tortilla de Patata (Omelete de batatas), o Gazpacho (sopa fria de vegetais), a Paella (arroz com frutos do mar) e os doces: Flan, arroz-doce e churros.
A cozinha Galega abusa dos frutos do mar, polvo, lula, mexilhões e pescadas geram pratos deliciosos e bastante diferentes dos que fazemos por aqui. Já em Áustrias e Cantábria, a tradição é uma feijoada diferente da brasileira, feita com feijão jalo ou branco, carne de porco, morcela, cebola e chouriço. É muito apreciada no inverno. Outra tradição do norte espanhol é o salmão com cidra. Aliás, esta é o acompanhamento de todos os pratos nesta região da Espanha.
A cozinha basca é marcada pelo bacalhau e a merluza, feitos na salsa e acompanhados por vinho branco de sabor forte. Em Navarra, as codornas e as perdizes são o destaque da culinária, além dos queijos de ovelha, com sabor forte e marcante, característica da Espanha. Nas demais regiões, repetem-se os pratos já destacados, porém, com modos de preparo diferentes.
Nota-se que a gastronomia espanhola é muito diversa, e faz sucesso pelo mundo. Seu grande diferencial é o sabor picante e marcante. Quando experimentada, não se esquece.
No próximo post, vou contar como surgiram as famosas Tapas Espanholas. É uma história interessante...
Até lá!

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Espanha, Olé!

Olá, pessoal!
Hoje começamos nossa viagem pela Espanha, que é um país marcado pelas festas. Sua cultura é voltada para o gozo da vida e as oportunidades de lazer. Esse pensamento vem de uma história triste, da época da Inquisição. Quando era dominada por mouros e judeus, os espanhóis viviam de acordo com a cultura cigana e suas histórias e ensinamentos eram passados através da fala, dificultando o posterior entendimento de suas crenças e costumes.
No século XIII, os ciganos que viviam em Andaluzia criaram um estilo musical chamado Flamenco que era cantada em solo. Com a tomada do poder pelos católicos, em 1492, os mouros, judeus e ciganos foram coagidos a se converterem ao catolicismo e os que não aderiram por bem a essa ordem, foram deportados para a África ou simplesmente mortos. Em protesto a essa conduta, o Flamenco passou a ser também uma dança ritmada, com palmas e movimentos básicos, demonstrando luta, esperança e orgulho de suas tradições.
Com o passar do tempo, novos elementos foram somados a essa dança, como as castanholas, o sapateado, as guitarras e o “cajón” – caixa de madeira usada como um tipo de percussão.
Outra tradição forte na Espanha são as touradas. Elas surgiram na Península Ibérica e se popularizaram bastante. O significado da tourada é a luta do homem com um touro. Existem regras para esse espetáculo, como a idade do touro, por exemplo. Essa luta, remete a bravura, poder, força e fecundidade, simbolizando o sentido ritual e sagrado que o touro ibérico teve na península.
Como podemos observar na Espanha, tudo tem um sentido muito forte, que se remete à sua luta contra os desmandos do clero. Mas, nem só de luta vive esse país tão rico em diversidades e culturas. Este é o berço de artistas muito famosos e talentosos como Salvador Dalí, Pablo Picasso, Goya e Velásquez. Podemos apreciar suas obras no museu do Prado, em Madri.
Não podemos encerrar este post sem citar o arquiteto que desenhou esse país tão lindo: Antoni Gaudí. Suas obras são expressivas, modernas e diferentes de tudo que podemos imaginar. Viajando pela Espanha, é impossível não nos apaixonarmos por sua obra e criatividade tão presentes em cada cantinho desse país especial.
Não cabe neste post falar sobre a culinária espanhola. É um capítulo á parte, merece uma postagem só pra ela!
Até a próxima!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Tartufo

Olá, amigos!
Finalizando nossa viagem pela Itália, vou contar a história do Tartufo, que foi criado em homenagem à batata negra...
Mas, o que é uma batata negra? É uma espécie rara de batata subterrânea, originária da Europa, mais precisamente, da Umbria e Perugia, na Itália. A batata negra tem a aparência de uma trufa de chocolate e para ser encontrada, os italianos contam com a ajuda de cães farejadores evitando escavações desnecessárias.
Da mesma espécie da batata negra, existe a batata branca, também subterrânea e mais rara ainda que a negra. Elas são caras e muito apreciadas nessa região.
O bombom tartufo foi desenvolvido na Itália, bem semelhante à batata negra. Consiste em sorvete de nata, recheado com sorvete de chocolate, coberto com pó de cacau.
Sirva o tartufo na sua casa, para seus amigos! Você pode confeitá-lo, como é servido na Colorê, com chantily e cobertura de chocolate!
Até a próxima parada, Espanha!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Receita de Pizza Doce

Olá, amigos!
Conforme prometido, vai ai a receita de pizza doce!
Massa:
·         4 xícaras de chá de farinha de trigo especial peneirada (aproximadamente)
·         30 g de fermento biológico
·         1 colher de sopa de farinha de trigo
·         1 colher de sopa de açúcar refinado
·         3/4 de xícara de chá de leite morno (aproximadamente)
·         Óleo de soja (aproximadamente 1/4 de xícara)
·         Farinha de trigo o quanto baste para dar liga à massa
·         Óleo para untar as assadeiras

Derreta o fermento no leite morno, cubra com pano de prato e deixe descansar por 30 minutos. Misture todos os ingredientes, até dar liga. Abra a massa com um rolo e corte do tamanho desejado. Unte a assadeira e coloque a pizza para assar. Ela fica crocante por fora e macia por dentro. Cubra a massa pré-assada com Nutela. Coloque no forno por mais 4 minutos. Faça círculos de chocolate branco, contornando a massa e coloque uma bola de sorvete Colorê sabor creme para cada fatia de pizza. Enfeite com chantily e folhas de hortelã.
Bom apetite e até o próximo post!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Pizza

Olá leitores!
Vocês devem estar estranhando uma viagem à Itália sem a tradicional Pizza! Ah! Não pode mesmo faltar. E por falar nela, vocês sabiam que a pizza surgiu há muitos anos antes de Cristo, quando os árabes misturavam água e farinha ou até mesmo água e pasta de arroz, e depois, assavam na pedra, dando origem ao Pão de Abrão, que anos depois, por intermédio das Cruzadas, chegou ao continente Europeu, se transformando na pizza de hoje?
Vou explicar! Os herbreus descobriram que misturando água e farinha ou pasta de arroz, eles conseguiam uma massa que poderia sustentá-los por muito tempo. Assim, começaram a assar essa massa na pedra e deram a ela o nome de Pão de Abrão.
Na época das Cruzadas, essa receita chegou à Europa, mais precisamente em Nápoles, na Itália. No início, os italianos começaram a preparar essa massa e, como tinham descoberto há pouco o tomate, em uma viagem às Américas, colocavam tomates e ervas italianas sobre ela e assavam na pedra. Essa é a mãe da tradicional pizza margherita, tão conhecida das pizzarias do mundo inteiro. Com o passar do tempo, elas começaram a ser comercializadas em feiras e eram recheadas com toucinho, peixes ou outras carnes, queijo, tomate e ervas. Eram assadas dobradas ao meio. O objetivo era saciar a fome dos trabalhadores.
Tempos depois, um italiano desenvolveu essa receita em sua Cantina, na cidade de Port’alba. Esta foi ponto de encontro de muitos artistas que se encantaram com a receita, em alguns casos, até citando-a em suas obras. Assim, a pizza foi se tornando uma especialidade italiana, com sabores diferentes além dos tradicionais. A massa passou a ser assada em formato de discos e o recheio vinha por cima, como conhecemos hoje.
Com a vinda dos italianos para o Brasil, a receita da pizza tradicional veio com eles. A maioria dos imigrantes italianos se concentra em São Paulo, mais precisamente no bairro do Braz. Lá foi fundada a primeira Cantina Italiana Dom Carmenielo. O Braz ainda é o bairro brasileiro com maior número de cantinas tradicionais do Brasil. São Paulo é o estado brasileiro que mais se dedica em manter a tradição da verdadeira pizza italiana.
Como este post foi longo, no próximo, coloco uma receita de pizza doce para você fazer em casa! Até mais!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Tiramisu

Olá, amigos!
Seguindo nossa Viagem pela Itália, contamos um pouco sobre a origem do Tiramisu, um doce com características nobres, porém simples de fazer e com elementos fortes.
Bem, o Tiramisu foi criado por confeiteiros italianos devido a uma solicitação do Duque da Toscana Cosimo III. Conta a lenda, que era um duque guloso, robusto, portanto, uma sobremesa feita para ele tinha de ser saborosa.
Alguns confeiteiros do restaurante “La Toula” quebraram biscoitos ingleses e os embeberam em café forte. Colocaram um pouco de vinho do porto e alternaram camadas de mascarpone (queijo italiano), zabayone (creme à base de ovos e açúcar) e biscoitos com café e vinho. Depois de pronto, polvilharam cacau em pó por cima.
No final da história, o Duque gostou muito da receita e ela passou a fazer parte do cardápio das confeitarias italianas e também da tradição dos doces no país da Mama.
Conta-se ainda, que o nome vem de um ditado que diz: “tira-me se su”. Traduzindo, seria, tira-me do sul, ou salve-me da bebedeira. Por causa do café e do sabor forte, deram a essa iguaria o nome de Tiramisu.
A nossa receita:
Quebre dois biscoitos champagnes em pedaços pequenos e os embeba em café forte. Coloque em uma taça. Por cima, coloque calda de chocolate, confeitando a taça, dois dedos mais ou menos de chantily e uma bola de sorvete Tiramisu (exclusividade Sorvetes Colorê). Decore a taça com gotas de chantily, cacau em pó e biscoito champagne.
Assista: A vida é bela, 1997, vencedor do Oscar de melhor Filme Estrangeiro. Dirigido e estrelado por Roberto Benigni.
Ouça: Cose Della Vita, do cantor italiano Eros Ramazzotti.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

O Cappuccino

Caríssimos,
Prontos para continuarmos nossa viagem? Hoje vou falar um pouquinho do Cappuccino, que surgiu através dos Padres Cappuccini ao verem as cabras comendo grãos de café... Pensaram: se elas comem o café e o seu leite é tão bom, então, misturemos leite ao nosso café! Com o tempo, acrescentaram também cacau, dando origem ao Cappuccino que conhecemos hoje.
Sugerimos uma receita para você fazer em casa.
Em uma taça, coloque calda de chocolate (se você tiver a calda que endurece, fica mais gostoso... dá para comer o chocolate durinho no final). Depois, coloque três dedos de chantily e uma xícara (café) de café forte. Acrescente uma bola de sorvete de Cappuccino (sabor especial Duas Rodas, produzido pela Colorê) e confeite com chantily e grãos de café!
Pessoal, fica muito bom! E para tomar essa taça, você pode assistir ao filme Cinema Paradiso, de 1988, direção de Giuseppe Tornatori (http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinema_Paradiso). Se não quiser assistir ao filme, pode ouvir Strani Amore, da cantora italiana reconhecida mundialmente, Laura Pausini (http://www.laurapausini.com/it/home-page).
Ciao e até o próximo post!